XERF em Ribeirão Preto: por que a Renascence testou a tecnologia antes de trazê-la
Por Dr. Renato Soriani e Dra. Lilian Brasileiro, CEO’s da Renascence
Há uma diferença enorme entre conhecer uma novidade e decidir que ela merece entrar na rotina de uma clínica. A primeira coisa acontece em congressos, aulas, conversas com colegas e pesquisas. A segunda exige critério: entender o que aquela tecnologia entrega, para quem ela faz sentido e se ela conversa com o padrão de resultado que a clínica acredita.
Foi assim com o XERF.
Antes de chegar à Renascence, a tecnologia passou por uma experiência que diz muito sobre a forma como escolhemos o que oferecemos. A Dra. Lilian Brasileiro, sócia da Renascence e parte ativa dessa curadoria, fez o tratamento antes de aprovar sua entrada na clínica.
“Eu quis viver o XERF como paciente antes de apresentá-lo a quem confia na Renascence. Queria sentir a sessão, entender o conforto e perceber, de perto, o que essa tecnologia traz para uma mulher que busca firmeza sem abrir mão de se reconhecer no espelho.”
— Dra. Lilian Brasileiro, sócia da Renascence
Não é uma etapa médica de indicação, essa decisão pertence ao dermatologista. É um cuidado de quem participa da escolha de cada experiência que chega à clínica. Para a Dra. Lilian, testar também significa colocar a paciente no centro antes mesmo de o equipamento entrar na sala de atendimento.
Uma tecnologia precisa ter lugar, não apenas novidade.
O XERF chamou atenção porque traduz uma demanda que vemos todos os dias: pessoas que querem melhorar a firmeza, o contorno e a qualidade da pele, mas não querem um rosto diferente no final do processo.
Ele usa radiofrequência monopolar multifrequencial para trabalhar diferentes profundidades da pele com uma entrega de energia ajustável. Na prática, é uma tecnologia não invasiva voltada à flacidez facial, à sensação de sustentação e à melhora progressiva da qualidade do tecido. O resultado não deve ser lido como uma mudança instantânea de identidade, e sim como um estímulo que a pele desenvolve com o tempo.
É aí que uma curadoria bem feita se diferencia de uma coleção de aparelhos. O nome da tecnologia pode estar em alta; a pergunta importante continua sendo: ela resolve uma necessidade real das nossas pacientes?
“O XERF tem uma proposta muito interessante de trabalhar firmeza e sustentação facial de maneira personalizada. Mas tecnologia não se indica pelo entusiasmo que ela gera. Eu observo a anatomia, a qualidade da pele, o grau de flacidez e o que aquela pessoa espera enxergar no espelho.”
— Dr. Renato Soriani, dermatologista
O olhar de quem escolhe e o olhar de quem indica
Na Renascence, essas duas perspectivas se encontram, mas não se confundem.
A Dra. Lilian participa da seleção das tecnologias como sócia da clínica. Ela acompanha tendências, conversa com marcas, conhece o que está acontecendo fora do Brasil e faz questão de experimentar recursos que considera trazer para perto das pacientes. O teste do XERF faz parte desse olhar: a tecnologia precisava fazer sentido não só no papel, mas também na experiência de quem está recebendo o cuidado.
“A paciente percebe quando uma tecnologia foi escolhida com intenção. Ela não quer uma sessão genérica; ela quer saber por que aquilo entrou no plano dela e o que pode esperar. É esse nível de experiência que eu quero preservar quando aprovamos uma novidade.”
— Dra. Lilian Brasileiro, sócia da Renascence
Nós avaliamos se o XERF é a melhor escolha para aquele rosto, se deve ser associado a outro tratamento e como organizar o plano de cada paciente. Há rostos em que a principal questão é a sustentação. Em outros, a perda de volume, a textura ou a dinâmica muscular pedem uma estratégia diferente. Um bom aparelho não elimina a necessidade de diagnóstico; ele torna o diagnóstico ainda mais importante.
O que fez o XERF entrar na conversa da Renascence
Existe uma sofisticação discreta no tipo de resultado que as pacientes procuram hoje: elas não querem que alguém pergunte o que fizeram, querem ouvir que estão com a pele bonita, descansada, mais firme e continuar parecendo elas mesmas.
O XERF conversa com essa procura porque trabalha com radiofrequência em múltiplas frequências e foi pensado para permitir uma abordagem individualizada. A tecnologia entrega energia em diferentes níveis de profundidade e associa o aquecimento controlado a um sistema de resfriamento. Isso ajuda a explicar por que ela se tornou tão desejada por quem busca firmeza facial com uma experiência mais confortável e sem necessidade de afastamento da rotina.
Mas desejo não pode ser o único critério, a Renascence trouxe o XERF porque ele tem função dentro de um repertório maior de tratamentos: pode fazer sentido para a paciente que começou a notar a mandíbula menos marcada, a pele mais frouxa nas bochechas ou o pescoço com menos sustentação. Em outros casos, o melhor caminho pode ser Linear Z, Trílift, LipoGlow, toxina botulínica, bioestimuladores ou uma combinação bem indicada.
“Nenhuma tecnologia deveria ser tratada como resposta para tudo. O XERF é uma ferramenta muito forte quando há indicação, e é justamente por isso que ele precisa ser usado com critério. O meu trabalho é transformar a tecnologia em um plano que respeite o rosto de cada paciente.”
— Dr. Renato Soriani, dermatologista
Quando a tecnologia vira protocolo, e não apenas uma sessão
Na Renascence, o XERF pode fazer parte do DEEP XERF, protocolo autoral do Dr. Renato Soriani. O ponto de partida não é repetir uma mesma aplicação para todos, mas entender a arquitetura facial, as áreas que pedem mais atenção, a qualidade da pele e o momento de cada paciente.
Essa é a diferença entre fazer um tratamento e construir um resultado: em vez de perseguir um efeito padronizado, o plano busca valorizar o que já existe: mais firmeza onde houve perda de sustentação, mais definição onde o contorno suavizou, mais qualidade de pele sem tirar expressão.
Para a Dra. Lilian, essa união entre tecnologia avançada e personalização é o que faz uma novidade permanecer.
“Trazer uma tecnologia nova não é correr atrás do que está sendo comentado. É escolher, com responsabilidade, o que realmente melhora a experiência e o resultado das nossas pacientes. O XERF passou por esse filtro.”
— Dra. Lilian Brasileiro, sócia da Renascence
O futuro da estética passa por escolhas mais criteriosas
O XERF não chegou à Renascence como mais um lançamento. Ele chegou depois de pesquisa, conversa, experiência e avaliação clínica.